"observando o mar infinito, já me estava a abandonar ao mal-estar que o desengano provoca, quando uma nuvem azul desceu sobre mim e arrebatou-me para um sonho: e sonhei que te escrevia esta carta, e que eu não era o grego que partiu em busca do Ocidente e não voltou mais, mas que estava apenas a sonhá-lo". A. Tabucchi.minha euforia passou. não acabou, mas passou, confesso.
não quero mais estar confinada em mim, por isso, ao menos por hoje, preciso pensar um novo título pra este blog...
quem sabe abrir para as respostas singelas que me vêm bater à porta (quase) todos os dias...
uma delas, numa suave melodia, enquanto estava pensando na mulher de Porto Pim, qualquer localidade (desconhecida por mim) na Ilha dos Açores...
"Bom dia Senhorita, minha Roma a seduzir os Bárbaros.
Se ao invés de batalhas sangrentas esses povos tivessem feito amor, usaríamos a língua para coisas muito mais excitantes e prazerosas, além disso, eu teria menos resfriados.
Na verdade, os meus resfriados já passaram, agora sou um homem grego em formação, saudável como água de chuva no espírito.
Olha, não se engane, não sou confuso, nunca fui confuso, apenas, o modo como comunico minhas certezas é constituído de poesia concentrada, sabor frutas do norte, graviola, cupuaçu, açaí...
Estou tranqüilo, um monge tibetano no alto da montanha a observar o universo e a meditar sobre as possibilidades da carne.
Na quinta, aparentemente, estarei livre, estarei livre todos os dias, pois necessito disso para sobreviver, mas prefiro os fins de semana nos quais há
ócio e minha mente fica mais tranqüila - não a ponto de eu confundir isso
com normalidade.
não quero mais estar confinada em mim, por isso, ao menos por hoje, preciso pensar um novo título pra este blog...
quem sabe abrir para as respostas singelas que me vêm bater à porta (quase) todos os dias...
uma delas, numa suave melodia, enquanto estava pensando na mulher de Porto Pim, qualquer localidade (desconhecida por mim) na Ilha dos Açores...
"Bom dia Senhorita, minha Roma a seduzir os Bárbaros.
Se ao invés de batalhas sangrentas esses povos tivessem feito amor, usaríamos a língua para coisas muito mais excitantes e prazerosas, além disso, eu teria menos resfriados.
Na verdade, os meus resfriados já passaram, agora sou um homem grego em formação, saudável como água de chuva no espírito.
Olha, não se engane, não sou confuso, nunca fui confuso, apenas, o modo como comunico minhas certezas é constituído de poesia concentrada, sabor frutas do norte, graviola, cupuaçu, açaí...
Estou tranqüilo, um monge tibetano no alto da montanha a observar o universo e a meditar sobre as possibilidades da carne.
Na quinta, aparentemente, estarei livre, estarei livre todos os dias, pois necessito disso para sobreviver, mas prefiro os fins de semana nos quais há
ócio e minha mente fica mais tranqüila - não a ponto de eu confundir isso
com normalidade.
Ser normal é a condição básica de uma vida inexpressiva e previsível. Prefiro o novo, perigosamente desconhecido e inadaptável.
Prefiro a linguagem própria e indefinível da inadequação."
Prefiro a linguagem própria e indefinível da inadequação."
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