sexta-feira, 4 de setembro de 2009

lendorelendolendorelendo...

Tarde aprendi bom mesmo é dar a alma como lavada. Não há razão para conservar este fiapo de noite velha. Que significa isso? Há uma fita que vai sendo cortada deixando uma sombra no papel. Discursos detonam. Não sou eu que estou ali de roupa escura sorrindo ou fingindo ouvir. No entanto também escrevi coisas assim, para pessoas que nem sei mais quem são, de uma doçura venenosa de tão funda.
Ana Crsitina César.
(poema que o ctrl+c transformou em prosa!)

Um comentário:

  1. Deixei um post e sumiu...

    Adoro Ana C.César.
    É tão contida na forma e visceral no todo: cortante.
    bela escolha.
    postei um novo poema meu lá no ´Olhando Pardais´. Passa lá...
    bjs.

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